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domingo, 4 de setembro de 2011

SBT! vamo botar essa porra pra funcionar!

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Foto: Divulgação 
Uma das séries que eu mais vi as pessoas comentarem em blogs e outras redes sociais nos últimos tempos foi a famosinha "the Big Bang Theory". Quem lê esse blog já deve ter percebido que nunca postamos nada sobre essa atração criada por Chuck Lorre (mesmo criado de Two and a Half Men). Isso acontecia por minha total falta de tempo em assistir a série e uma relutância interna dos diabos, que inclusive comecei a quebrar quando o SBT anunciou que exibiria-a todo sábado na sua nova faixa de horário dedicada às séries de TV.

Pensei, poxa! Vou dar uma chance para essa comédia nerd. Não é possível que tanta gente entendida esteja errada. Além do que para mim no sábado à noite estava ótimo para assistir, pois ficava antes da estereotipada bandida do Zorra Total (AKA Valéria Vaques" A Bonita"chata) e depois da novela chata do robô assassino.

Depois da estreia, vi muita gente xingando muito no Twitter, o fato da dublagem ter ficado tosca e deixado os personagens principais com voz de criança. Para mim -enfatizo- para mim, sinceramente, tanto faz, as piadas eram praticamente as mesmas. Estava gostando das piadas nerds, do humor bem construído e descontraído. Só que aí vem o SBT (Sistema Brasileiro de Televisão) e tira a atração do ar. Logo pensei : "SBT filho da PU**" . Fiquei bem chateado, isso é visível diante da expressão anterior.

Foto: Reprodução 

Fico indignado com a atitude da emissora do dono baú, tirar assim do ar, sem mais nem menos. Já ouço pessoas lançando mão do argumento de que uma emissora sobrevive de audiência e a atração não estava correspondendo às expectativas do SBT. Mesmo assim, com baixa audiência, eles poderiam ter deixado no ar até o fim da primeira temporada, o público que apesar de pequeno ficou órfão antes mesmo de nascer direito.

Apesar de ter dinheiro para de comprar um box com as temporadas passadas da atração, nunca fiz isso (terei que fazer agora) e quem não tem condições de comprar esse box? Fica a ver navios? ou melhor, fica vendo Chaves? Porque o que colocaram no lugar da série foi o programa coringa da casa.

Antes eu admirava o SBT por não ser uma emissora escrava do Ibope em certas partes. Não perdi a confiança nela mesmo quando passou por aquele ano cheio de indecisões na grade de programação, quando a gente assistia um programa de manhã e não sabia se iria ver novamente no outro dia porque a situação estava tão feia para o lado deles que isso tinha que ser feito mesmo. Só acho que a emissora só perde tirando the Big Bang Theory da grade.

Fico aqui esperando que alguma alma sensata responsável pela programação veja a burrice e pelo menos coloque a série nas madrugadas da emissora.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Última chance para Malhação ficar no ar

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Foto: Reprodução
No ar desde 1995, a novelinha Malhação passou por muitas reformulações buscando o aumento da audiência melhor conteúdo transmitido para seus telespectadores. A atração que essencialmente foi criada para cativar os jovens, incitar discussões no meio jovem e servir como celeiro de novos atores para a emissora já não vinha cumprindo o seu papel original faz anos.

A ultima temporada da atração que teve picos de audiência foi aquela em que tinha a Vagabanda isso há anos atrás. Isso aconteceu em grande parte devido a barreira imposta pela Globo em adotar novos padrões para esse tipo de entretenimento que foca no público jovem. Teve uma época bem, lá nos primeiros 5 anos de idade da novelinha que era legal assistir, acompanhar os dramas, a batalha entre casal bonzinho e casal ruim que se juntou para obter a vitória. Essa época no começo era boa, mas a fórmula desgastou e, ao invés de seguir em frente, a atração estagnou de vez.

Foto: Reprodução 

Houve tempos em que Malhação parecia um mundo a parte, onde todas as outras coisas que estavam acontecendo no mundo não poderiam afetar o perfeito e repetitivo mundo  dos alunos do Colégio Primeira Opção. Vontade de mudar não faltou, roteiristas tentaram inserir problemas do cotidiano comum à todas as pessoas, como a tentativa de colocar um menino que não sabia ser homossexual ou hétero? Logo depois como quem não quer nada o personagem descobriu ser assexuado - saída estratégica para a direita.



Mas como eu já disse não foi só de fracasso e censura velada - por parte da cúpula - que viveu a atração. Essa temporada que acabou recentemente foi muito bem conduzida, problemas sociais, homofobia, gravidez na adolescência, tentativa de aborto e venda de drogas foram alguns dos temas abordados nessa último ano. Sabe como aconteceu isso? Tratando de maneira leve e sem ir muito a fundo nas polêmicas. Para os padrões de aceitação da cúpula da emissora já foi um grande avanço ver uma cena em que um gay apanha num beco.

Além de tudo isso, eles perceberam que a maioria do público fixo de Malhação não era mais composto por adolescentes. Agora, quem era fiel espectador da atração eram as donas de casa que paravam para assistir porque em seguida vinha novela da 6. E as donas de casa renderam uma boa audiência à atração. Dando ares de novela - de verdade - à Malhação.

Foto: Reprodução

E na segunda-feira começou a nova temporada da Malhação. Abandonando totalmente a fórmula antiga, a nova temporada da atração começou com ares de filme de terror investigativo + romance despretensioso e casual + Barrados no Baile versão latinisada. Os protagonista da historinha agora cresceram e foram para faculdade. E como quem já passou por lá, sabe que em certos pontos a vida acadêmica pode parecer chata, vários elementos adicionais foram incorporados à trama.

No primeiro capitulo exibido hoje - com atraso para causar mais ansiedade no público - ficou claro a digamos... nova pegada da Malhação nesse ano. Uma possível protagonista adepta/agarrada ao ocultismo  e sendo perseguida em sonho por uma rua escura e sendo salva pelo um fantasma do seu namorado. O menino, que será o queridinho das garotas, explorando os possíveis mistérios em torda da sua vida. E para contrabalancear isso tudo ou nem tanto, temos uma dupla onde uma acredita na influência soba vida de todos ao ponto que a outar é totalmente descrente nessas coisas.

Foto: Reprodução 

Além de explorar esse lado místico e obscuro do que a mente de cada um é capaz de produzir, a atração terá como de praxe os velhos casos e abordagem superficiais como: desigualdade social, aceitação das diferenças, descobrimento de si mesmo e a velha sempre explorada - exaustivamente - luta pelo amor e possível violência açucarada porque não pode mais que isso no horário.

Vou dizer com a propriedade de quem já assistiu muito Malhação. Essa nova temporada pode até cair nas graças do público em certos pontos, mas será realmente difícil de dizer do que realmente os espectadores gostarão, são muitas coisas tentando ser exploradas ao mesmo tempo. E para dar um ar homegeneidade e conexão entre as histórias, eles colocam lema "Tá tudo conetado!".

Além disso tudo, mistura elementos estéticos do romance água com açúcar chamado Crepúsculo com a série Heroes. Quem assistiu a série e o filme sabem do que estou falando. Tentar americanizar um modelo falho de atração é último estágio para o cancelamento. Tenho a nítida impressão que essa é a última tentativa da Globo com folhetim juvenil. Fato que Malhação: Tá tudo conectado pode até bombar remotamente falando, mas convencer de verdade não convence.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Julianne Moore é mais cotada para viver protagonista em nova atração da HBO

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Segundo site Deadline a HBO está com projeto novo de época e já contratou o produtor-executivo e diretor Todd Haynes (Eu Não Estou Lá) para trabalhar junto com os mesmos produtores-executivos da minissérie Mildred Pierce, John Wells e Christine Vachon. E a atriz mais cotada para viver a protagonista da seria Julianne Moore.

A nova atração da HBO ganhou o título de Dope e é baseada no romance escrito por Sara Gan que inclusive escreveu a primeiro versão do roteiro a ser gravado. Quem assumirá a direção de Dope é Haynes mesmo.

Dope será ambientada na New York dos anos 50 e contará história de uma mulher que teve de ficar anos afastada de sua família e amigos para tratar do seu vício em heroína. Ao voltar tem que reconquistar a confiança de todos e trabalhar como detetive particular desvendando crimes pelas ruas da grande maça.

Atualmente Julianne Moore está na série Game Change, onde interpreta a Sara Palim (ex-governadora do Alaska). A atração retrata a corrida presidencial na última eleição americana ocorrida em 2008, que elegeu Barak Obama o novo presidente dos EUA.

Fonte: Omelete / Deadline

sábado, 13 de agosto de 2011

Veja o retorno do Anjo Vingador na nova foto promocional da 6ª temporada de Dexter

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Semanas atrás saiu uma foto promocional do personagem Dexter com asas de sangue e punhal em mãos, que inclusive postamos aqui, e especulamos se só seria aquela foto mesmo ou se haveria mais material promocional instigante e, não é que tinha.

A recém divulgada foto não é muito diferente da primeira, elas se diferenciam em poucas coisas, a foto só vem para confirmar o que tudo indicava mesmo, que nesse ano a a atração teria um apelo mais religioso com seu protagonista Serial Killer tendo mais contato com as coisas divinas por assim dizer. Veja:


Com os seguintes dizeres na capa: "O Anjo Vingador Voltou" a 6ª  temporada da atração promete voltar às origens do seriado e ser a mais eletrizante de todas, com o protagonista tendo inclusive que se defender das investigações da sua irmã. 


Para saber informações como data de estreia e trailers clique aqui.

sábado, 16 de julho de 2011

A novela O Astro é só a ponta do iceberg

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O remake de "O Astro", originalmente escrito por Janet Clair em 1977, estreou essa semana na Globo. A macrossérie maquiada de novela 11 foi descrita nos comerciais da emissora como algo diferente do já feito por Janet décadas atrás e, prometia estrear uma nova faixa de horário nobre na grande emissora global, mas como todo mundo viu, nada disso aconteceu.

Fato que o mercado vem passando por uma crise criativa que ainda é leve, mas pode aumentar com o passar dos anos e com o nível de resistência e as barreiras impostam pelas emissoras nacionais em aceitar novos caminhos para o entretenimento de massa. De posse disso, tenho a nítida impressão que novo folhetim da Globo, debochadamente apelidado de "O Mastro" nas redes socais e por blogueiros famosos da web, está perdido no tempo, há décadas quando a trama era exibida no canal havia público para esse tipo de história hoje em dia, não.


Vamos e convenhamos, duas mulheres solteiras e bem sucedidas saírem de suas casas para ver um show de mágica num fim de semana, com certeza não causará empatia com público jovem/adulto, que vem sendo o principal alvo das atrações exibidas pelo canal de uns tempos pra cá. Sem falar num herdeiro que vende o próprio carro para dar de comer aos pobres e renega o dinheiro do pai supostamente ausente, dizendo que é "dinheiro sujo". Esse discurso era do tempo em que os verdadeiros hipes habitavam o mundo. Onde a paz e amor eram mais do que um simples slogam da industria publicitária pra vender mais refrigerente.  Onde que isso vai funcionar hoje em dia meu Deus.


Um elenco de peso interpretando personagens pensados para serem vividos há anos atrás. Certo que existem histórias que são atemporais como é caso da personagem Clô Hayala vivida por Regina Duarte. Uma mulher frustrada no casamento que busca a felicidade nos braços de uma amante bonitão e mal caráter interpretado por Henri Castelli, que por sua vez é bissexual e tem um suposto caso/relacionamento aberto com o seu companheiro de bandidagem interpretado João Baldasserine.

A aproximação dos dois personagem fica mais evidente a cada episódio, mas não se empolguem muito, não deve passar de insinuações e troca de olhares maliciosos. Esse triângulo amoroso às avessas é junto com as esperanças de que a personagem interpretada pela atriz Aline Morais (Lili) seja uma revelação grandiosa nos episódios que vem a seguir, que me fazem continuar prestigiando a atração.


O casal principal da trama, o Herculano Quintanilha e Amanda Assunção, vividos por Rodrigo Lombardi e Carolina Ferraz respectivamente, não tem entrosamento. Os diálogos cheios de frases rebuscadas e trechos de obras da literatura brasileira causam pouco impacto no público, que por diversas vezes fica com a sensação de ficar no vácuo. O casal em cena parece apático, cada um na seu mundo, em outros nomes, sem graça, sem sal.


 Pelo visto a escassez de bons casais no horário dantes nobre vem atingindo a Globo, vide o caso do casal Marina e Pedro em Insensato Coração, pensado para ser o grande centro das atenções do folhetim das 9, a dupla só consegue arrancar críticas pelo nível de frieza e pouco sentimento envolvido ali. Forçando os autores à buscar meios alternativos para suprir essa necessidade de coisa não necessariamente nova, mas que chame a atenção por polemizar, por mostrar a real natureza humana, como é caso da personagem Norma interpretada por Glória Pires, e o mal caráter Leo, vivido por Gabriel Braga Nunes.


O público não precisa de mais uma refilmagem de um clássico que foi estouro de audiência em épocas passadas. O telespectador precisa se ver representado na tela da tv. Nós precisamos nus enxergar dentro da trama, enxergar nossas virtudes e defeitos sendo reveladas. Esse é o princípio da novela, não é? Contar a história pensada pelo autor misturando com a realidade que nus cerca. E se não for para fazer isso, por que afinal de contas continuar fazendo novelas?

domingo, 10 de julho de 2011

Detalhes da última temporada de The Closer Divisão Criminal que estreia hoje nos EUA

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A nova temporada de The Closer (Divisão Criminal) está quase começando e para aguçar os fãs e espectadores da série que chega a sua 7° e derradeira temporada, o canal TNT lançou um season bem divertido.

 No vídeo a protagonista Brenda vivida com maestria pela atriz Kyra Sedgwick anda por uma cena de crime enquanto lança olhares sob sua equipe, que recolhe provas e documenta tudo o que consegue. A prévia insinua que Brenda ainda não conseguiu se livrar da compulsão por doces que por muitas vezes a colocou em situações inusitadas para uma chefe de polícia durona. Veja:


Nessa temporada Brenda resolverá muitos crimes difíceis, escapará da morte e terá de enfrentar as consequências causadas pelo seu modo pouco ortodóxo de interrogar e obter confissões de seus suspeitos. Para defendê-la num processo movido por uma "vitima" o advogado homossexual Gavin Q. Beker III vivido pelo ator Mark Pellegrino (das séries: Lost, Supernatural e Being Human) é contratado. O advogado conhecido por nunca ter perdido um caso na sua carreira jurídica, terá que se desdobrar para provar a inocência da policial.

Como já dissemos no começo The Closer encerrará os serviços nesse sétimo ano da atração. A última temporada da série será divida em duas partes, a primeira estreia esse ano no dia 11 de julho (hoje) com 15 episódios e a segunda parte do encerramento terá 6 episódios programados para ir ao ar só em 2012.


terça-feira, 5 de julho de 2011

Happily Divorced é minha grande aposta entre as séries novatas da tv americana

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Quando me perguntam qual série estreante é minha grande aposta para esse ano, eu prontamente respondo Happily Divorced. A série protagonizada/roteirizada pela atriz Fran Drescher (The Nanny) é baseada na história dela mesma a partir do momento em que seu marido Petter Marc Jacobson revela sua homossexualidade latente. A atriz que divide o roteiro com o agora amigo, Petter, em entrevista para um programa,  falou como foi adaptar a história dos dois pós-divorcio para a tv. Veja aqui

 Na atração a revelação muda parcialmente a vida da florista Fran que por causa da recessão na economia americana tem que dividir a casa com seu ex-marido gay e ainda tentar encontrar um segundo grande amor, que segundo ela fica bem mais difícil depois dos 50 anos e quando se vive em Los Angeles. Basicamente a série conta as aventuras dos dois vivendo sob o mesmo teto e tentando seguir em frente com suas vidas, mas sem perder o carinho que os uniu por 18 anos.

 A atração exibida pelo canal pago TV Land não foca na linguagem politicamente incorreta tão presente em grandes produções já consagradas do gênero que inevitavelmente são legais e todo mundo gosta. O que me chama a atenção em Happily Divorced é o humor não tão ácido, eu diria agridoce e pontual, os diálogos rápidos e os próprios episódios não duram mais que 22 minutos, coisa que não deixa os espectadores entediados diante da tv ou computador. Com apenas 3 episódios exibidos, a série vem crescendo na audiência, e tem tudo para firmar-se com o público americano na atual primeira temporada. Para baixar os episódios exibidos até agora clique aqui



Fato que não é a melhor série de comédia já produzida, mas vale muito apena porque se não me engano nunca foi feita uma atração com esse tema vinculado ao humor, focando no relacionamento entre homossexuais e héteros que não tenda em algum momento para um lado mais dramático da coisa.

A série tem como produtores executivos Keith Cox e Larry W. Jones. Além de Fran Drescher o elenco conta com John Michael Higgins, Tichina Arnold (a mãe do Chris), Rita Moreno, Valente Rodriguez e Robert Walder. A série enfrentou algumas críticas por mostrar muitos esteriótipos na tv, mas comédia sem esteriótipos, me desculpem, não é comédia.

Enfim, é uma boa opção para quem quer escapar das piadas nerds que só eles mesmos entendem e da tentativa que ainda não sabemos ser frustrada ou não de continuar com um clássico da tv americana. Leia-se: The Big Bang Theory e Two And A Half Men respectivamente. Mas calma, as séries nem competem entre si, os horários de exibição são diferentes. No futuro quem sabe, essas coisas acostumam acontecer em Hollywood e na mega indústria do entretenimento.

Fico por aqui, esperando que a audiência de Happilly Divorced só cresça porque como já bem conhecemos a famigerada indústria do entretenimento americano não se mostra compreensiva com séries boas, mas que não geram grande impacto na audiência. Fico na expectativa.  



segunda-feira, 9 de maio de 2011

Teaser da 6ª temporada de Dexter é divulgado e empolga os fãs para a volta da série que promete regressar às origens

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    O serial killer mais amado do mundo está de volta. Depois da baixa audiência e péssimas críticas sofridas pelo atual formato do seriado na 5ª temporada, os produtores da série resolveram voltar às origens na 6ª  temporada da atração. Em entrevista David Nevins presidente do canal ShowTime que exibe a série no EUA, disse: "Dexter, nesta temporada será de várias maneiras um retorno ao que era nos primeiros anos. Há uma história muito interessante e uma jornada pela qual ele passará, desta forma é um retorno às raízes". disse ao TV Line.
 
    Neste sexto ano da série, ela promete ir mais fundo na dinâmica do relacionamento entre Dexter (Michael C. Hall) e sua irmã Deb (Jennifer Carpenter). "Vamos ter um microscópio em cima do relacionamento de Deb/Dexter nesta temporada. Com o tempo você verá que o relacionamento se desenvolve e muda. completou Nevins.

   Ainda o que sabe é que nesta 6ª temporada não haverá um grande vilão ou alguma ameça ostensiva constante a ser enfrentado pelo protagonista e novos personagens entram na trama. As gravações que começaram no final de maio já tem um teaser muito empolgante divulgado que mostra todos os psicopatas que já figuram na série nos anos anteriores e termina com a assustadora e excitante frase.

"Nada pode prepará-lo para o que vem a seguir"



A sexta temporada de Dexter estreia em setembro/outubro nos Estados Unidos.

Fonte: PipocaModerna / Ocapacitor  / TV Line 

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